De volta á esfera redonda, sento-me no chão
Nunca me dei bem com cadeiras.
São utensílios de vaidade e ostentação, perturbadores da realidade
Aqui no chão, posso estender-me sem a preocupação de cair
Aqui no chão, olho o céu e água
Aqui no chão, contrario a hereditária ceifeira
Aqui no chão, mastigo cereais sem leite
Aqui no chão, as expectativas são baixas mas esperança é realmente verde
Aqui no chão, as pedras falam e as formigas folgam
Aqui no chão, uma negativa é esforçada
Aqui no chão, as ideias não têm segmento e os pensamentos confundem-se com nuvens
Daqui do chão, consigo ver-te e tocar o teu reflexo
Daqui do chão, a tua bandolet e é amarela
Daqui do chão, ouço o teu sorriso
Daqui do chão, digo-te até já
É aqui no chão que vou esperar….
Daqui do chão Cristina, vou morrendo vivendo
Obrigado, devaneios Cristina. Não sei escrever, mas sei pensar
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1 comentário:
literariamente impressionada.
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